terça-feira, 6 de julho de 2010
Os 7 Contos Proibidos Clois; I - Feitiches (NC-17)
Um dia bem desgastante no DP.
Uma matéria complicada e muito detalhada precisava ser entregue para o café da manhã dos leitores do dia seguinte.
Lois e Clark trabalharam arduamente em suas mesas para fechar o artigo.
- Pronto! Não acredito que terminei, ufa! – disse Lois suspirando em sua mesa, teclando as ultimas letras da matéria no computador.
- Você quer dizer nós, certo? – disse Clark se esquivando da tela do computador para olhar nos olhos de Lois.
- Claro, claro...mas vamos combinar que eu já tinha marcado essa pista, Smallville.
- É...sempre se arriscando demais, Lois.
- Oras! Mas é assim que se faz uma grande matéria! Você nunca ouviu falar em furo de reportagem? Afinal, o que seria um furo, senão algo totalmente imprevisível?
- Mas fingir que é prostituta para pegar um mafioso, Lois?? Isso é arriscado demais! Você poderia ter...
- Eu sei, eu sei...mas nós pegamos o cara, não pegamos?
- Pegamos sim... – disse Clark pegando o paletó e desligando o monitor.
- Ei...o que foi? Perguntou Lois segurando em seu braço. Clark para e olha profundamente nos olhos de Lois.
- Esqueça... – disse saindo.
Lois pegou sua bolsa e ajeitou os sapatos. Ela ainda não havia retirado seu disfarce de prostituta, composto por um corpete vermelho que exaltava seus seios deixando-os voluptuosos, uma saia de couro preta e uma sandália preta de tiras que contornavam sua perna até os joelhos na cor cobre. Um batom vermelho paixão extremamente ousado contornava seus lábios e uma maquiagem carregada nos olhos terminava de compor o visual sexy e vulgar.
- Espere Smallville, o que quer dizer com esqueça, volte aqui! – disse subindo as escadas correndo com dificuldade por causa dos saltos finos da sandália.
- Eu vou pra casa, Lois – disse Clark alertando Lois, dando a volta para o lado do motorista no carro, um sedan corolla prata. Desta vez, ele não estava com sua S10 vermelha.
- Você não vai enquanto não disser o que está acontecendo com você! – Lois entrou no carro sentando no banco do carona.
Clark suspirou fundo e entrou no carro também e saiu com o carro.
Nos primeiros 10 minutos de direção ficaram em silêncio. Clark só ouvia o tamborilar dos dedos de Lois em cima do painel do carro.
- Lois você quer parar com isso!
- Por que não me diz o que está acontecendo? Foi porque eu disse “não acredito que terminei”, ahn?
- Não! – respondeu incisivo.
- Então o que é droga! – Um raio atravessa a estrada fazendo todo o caminho se iluminar. Lois se assusta movendo-se no banco.
- Droga, Lois! – exlcamou irritado – Eu... – olhou de soslaio o decote avantajado de Lois – precisava você se vestir desse jeito??
Lois voltou-se para o decote.
- Clark, você já viu muito mais do que isso! Fato... – a chuva torrencial começa a cair na estrada, Clark liga pára-brisas na velocidade máxima.
- Mas eu...me incomoda vê-la vestida assim, pronto falei!!!!!!
Lois franziu a testa com a resposta de Clark. Um trovão se lança no espaço fazendo o som alto penetrar nos ouvidos dela.
- Clark, eu já disse que estou vestida assim por causa da matéria. O que quer que eu faça, hein? Me vista como santa pra atrair o cara? Ficou louco? - Perguntou nervosa.
- Não foi isso que quis dizer... – disse olhando para o outro lado, tentando disfarçar a timidez.
- Foi o que então? O que quer que eu faça??? – disse Lois aos berros – pare o carro...eu disse pra parar esse carro agora!!
Clark encostou e parou o carro no meio da chuva. Lois saiu carro e bateu a porta.
- Lois! – gritou Clark. Mas foi em vão. Lois já estava na frente do carro, toda molhada, iluminada pelo farol do carro.
Lois ficou parada batendo o queixo por causa da água gelada que caia sobre seu corpo, enquanto Clark assistia a cena por alguns segundos, atônito pela reação da repórter. “Lois, o que está fazendo?” pensou.
- Ok, Smallville, se a roupa que estou vestindo está incomodando você, eu tiro.
Lois colocou o pé esquerdo em cima do capô no carro com cuidado e desamarrou as tiras, retirou a sandália.
Ao levantar o pé, Lois exibia a calcinha transparente na cor vermelha sob a saia. Clark não conseguia se quer fechar a boca que estava entreaberta, sem esboçar nenhuma reação.
Ela retirou o pé desnudo e colocou o outro fazendo a mesma coisa proporcionando a mesma visão ao moreno.
Ela não tirava os olhos dele um minuto sequer.
Colocou as duas mãos no zíper lateral da saia, abriu e a deslizou pelo corpo até o chão, expondo completamente a calcinha vermelha e transparente.
Clark não conseguia mais esperar. Abriu a porta do carro saiu e a bateu violentamente. Avançou pra cima de Lois como um leão à caça de sua presa. Sua boca tomou os lábios de Lois fervorosamente.
Visivelmente irritado ordenou quase entre os dentes:
- Tira isso agora! - Suas mãos simplesmente arrancaram o corpete vermelho, lançado ao chão.
Clark suspendeu Lois pelas pernas e a deitou sobre o capô. Totalmente nua e molhada, ela se deixou levar. Apertava os seios firmes de Lois sugava-os com desejo debruçado sobre ela. Lois tirava a camisa, já encharcada a fim de tocar aquele peito forte e definido. Ele desceu seus beijos pela barriga de Lois e sorvia toda a água que a chuva inundava sua pele.
Ela gemia... sua cabeça batia no capô vez ou outra ao se contorcer de prazer.
Levantou as pernas de Lois em cima dos ombros e retirou a calcinha rapidamente. Deslizou dois dedos por cima da intimidade dela, fazendo-a se agarrar ao pára-brisas. A masturbava enquanto desenhava letras com o polegar da outra mão sobre o bico do seio.
- Oh, Clark... – Ele não resistiu ao chamado. Ainda de calças, apenas retirou o membro latejante por aquela quente, fechada e molhada flor. Ele colocou as pernas de Lois sobre seus ombros, uma de cada lado e acariciou a curva acima de suas coxas. Segurou com firmeza os quadris dela e se encaixou em Lois, ela perdeu a respiração por alguns segundos. Um gemido de satisfação foi pronunciado dos lábios dele. Com movimentos moderados, ele iniciou aquela dança deliciosa. Os seios de Lois balançavam para a visão e o deleite de Clark que gemia cada vez mais alto. Ele queria penetrá-la ainda mais profundamente e suas mãos seguiram para os ombros dela, forçando se corpo contra si.
Lois sentia fundas as estocadas, causando um êxtase sem igual. Toda aquela chuva que não parava de cair sobre seus corpos era a única testemunha daquele sexo ousado e delirante na estrada deserta.
A morena foi ainda mais ousada desta vez. Puxou o rapaz para lhe falar no ouvido. Pediu algo que Clark nunca fizera antes.
-Por favor, eu quero ver você gozar...em mim.
Clark, num intenso frenesi não hesitou em atender ao pedido espontâneo de Lois. Ela permaneceu deitada sobre o capô do carro, enquanto ele se retirou dela. Ela sorriu marota e olhou faminta para o membro rígido dele e mordeu o lábio. Clark sorriu enfeitiçado pelo olhar ansioso de Lois. Ele mesmo deslizou a mão pelo membro fazendo movimentos rápidos. Para incentivar toda aquela loucura ela começou a acariciar os próprios seios enquanto ele assistia e se masturbava enlouquecido. Não durou nem um minuto. O gozo invadia o corpo de Clark e resplandecia sobre a barriga de Lois. Seu sorriso tornou-se largo, cheio de satisfação. Clark se debruçou novamente sobre Lois e plantou um beijo gostoso em seus lábios novamente.
Ele pegou a camisa sobre o capô e envolveu Lois.
- Vamos, vai pegar um resfriado. – disse suavemente abraçando-a.
Entraram no carro novamente. A chuva começava a passar. Agora caia suave sobre os vidros do carro, já se aproximava da Fazenda Kent.
- Chegamos...voc...– Clark olhou para o lado e notou que Lois havia dormido. Ele a pegou no colo e levou para dentro. Ainda adormecida, trocou a camisa molhada que envolvia o corpo da morena por uma de suas camisas aflaneladas vermelhas.
Como uma criança sonolenta, Lois se aconchegou na cama. Clark retirou a calça, e trocou a cueca Box por um samba-canção azul. Pegou o lençol e puxou cobrindo o casal que se aninhava para dormir sossegado e satisfeito.
- Se toda vez que eu me vestir assim e fizermos essas coisas, vou andar praticamente nua.
Disse ainda de olhos fechados se chegando ao peito de Clark que apenas sorriu e apagou a luz abajur.
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adoreiiiiiiiiiiiiiii totalmente diferente de td q ja li
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